“Alguém Tem Que Morrer” aborda ditadura espanhola e homofobia

A nova minissérie original da Netflix “Alguém tem que Morrer”, traz o casal da vida real, Ester Expósito e Alejandro Speitzer, em um duro e verídico retrato da ditadura espanhola dos anos 1950, com casos de homofobia e violências.

As famílias Falcón e Aldama, tem relações que envolvem o poder e a influência de pessoas, onde os acordos arranjados sustentam a base de segredos e mentiras, que envolvem os diversos membros da sociedade espanhola.

Com a chegada de Gabino Falcón, filho único do casal Mina e Gregorio, os segredos de 10 anos retornam com a fatalidade de acontecimentos, intrigas e disputas de quem pode mais ou pior, quem manda mais. Ester Expósito dá vida a Cayetana Aldama que é um das peças fundamentais para explodir os casos de homofobia e traições.

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Com cenas de violências e tortura, a minissérie de 3 episódios tenta recriar as barbaridades que parecem tão distantes, mas que hoje ainda é encontrada em diversas partes do mundo, a tolerância com as opções sexuais e afetivas, ainda causam mortes e destruições, em famílias, relações e na sociedade como um todo.

Uma ficção necessária e atual que reflete os erros do passado, e que de alguma forma tenta mostrar uma nova visão de mundo. As produções espanholas/mexicanas continuam conquistando espaços com sua dramaturgia e enredos elaborados. Ótima opção de maratona para um dia.

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Andy Santana

CEO do Soda Pop, fotógrafo, inquieto, formado em moda e que ama música. Não exatamente nesta mesma ordem!

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