#Crítica: ‘365 Dias’ o filme adulto que nem as cenas de sexo salvam

Um filme original da Netflix, vem chamando a atenção desde seu lançamento na plataforma de streaming. Não que seja impecável, com atuações perfeitas, uma trama densa e envolvente, ‘365 Dias’ que está há dias entre os mais assistidos, não vale as quase 2h de duração ou de tempo perdido.

Tá! Se você procura pelas cenas de sexo, pule para os 50 minutos finais, que aí sim você verá o que tanto estão comentando, mas já garanto que a sequência de sexo entre Massimo (Michele Morrone) e Laura Biel (Anna Maria Sieklucka) não vale o seu empenho. Não é a toa que o filme conquistou 0% de aprovação no renomado site Rotten Tomatoes [site que mede o quão bom é uma produção internacional] e já desponta como um dos favoritos ao prêmio “Framboesa de Ouro” [premiação internacional dos piores filmes do ano].

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A história de uma garota russa, que é sequestrada por um mafioso que desejava-a há muitos anos e dá o prazo de um ano para ela se apaixonar por ele, não convence muito menos, impressiona. A falta de interesse de Laura, sua resistência e astúcia não são párias para uma Anastacia Steele (50 Tons de Cinza), que serviu de inspiração para o livro de Blanka Lipinska, o qual foi usado pela produção da Netflix.

365 Dias termina com um final aberto e a promessa de uma sequência (igual à 50 Tons de Cinza?), porém não necessitamos de um segundo filme para constatar o quanto fracassado é o roteiro, as atuações que tentam se sustentar em belos corpos e alguns bons vestidos. Aprendemos também que nem sempre o sexo vende e/ou agrada. Lembranças à Christian Grey.

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Andy Santana

CEO do Soda Pop, fotógrafo, inquieto, formado em moda e que ama música. Não exatamente nesta mesma ordem!

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