#Crítica: “Amizade Dolorida” mistura psicologia com fetiches

A Netflix dispõe de um catálogo volumoso com inúmeras produções originais, “Amizade Dolorida” (2019), é uma delas, dividida em 7 episódios com no máximo 20 minutos cada, a série está disponível na plataforma com sua primeira temporada.

Abordando um tema peculiar e pouco explorado em séries convencionais, Amizade Dolorida demonstra alguns fetiches sexuais misturado com doses de psicologia e estudos comportamentais.

Tiff (Zoe Levin) é uma estudante de psicologia, que está terminando sua pós graduação e também trabalha como dominatrix. Já seu melhor amigo Pete (Brendan Scannell) é um garçom, sonha em ser comediante fazendo stand up e vira assistente da dominatrix, no ramo de serviços sexuais.

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Os episódios tratam dos fetiches sexuais com a naturalidade que devem ser encarados, os personagens da vida real conflitam com o que é aprendido nos bancos das universidades e tanto Tiff quanto Pete, são obrigados a superarem traumas, relevar egoísmos para seguirem felizes e na busca por um relacionamento. Nem que isso lhe custem situações embaraçosas e um olho roxo.

A série exemplifica os personas dos estudos psicológicos em pequenos momentos e transforma uma série com teor LGBT+ em um aprendizado para uma vida, com análise de conteúdo comportamental do ser humano.

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Andy Santana

CEO do Soda Pop, fotógrafo, inquieto, formado em moda e que ama música. Não exatamente nesta mesma ordem!

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