#Entrevista: João Guilherme fala do novo single com a banda Fly

Nesta sexta-feira, 9 de agosto, João Guilherme disponibilizou em todas as plataformas de streaming e no YouTube a música “Manhã”, que conta com a participação especial da banda Fly. O single, composto por PeLu, Renato Freixeda, Caique Gama e Paulo Castagnoli, chega com uma pegada mais animada, algo que o artista vem explorando há algum tempo.

Soda Pop: Fale um pouco sobre seu novo single ‘Manhã’.
João Guilherme: O single Manhã vem muito mais com uma pegada de trap. Eu convidei os meninos do Fly, que estão vindo agora com muitos sons do trap. Sons que eu curto muito. Por isso que eu convidei eles para fazer parte do feat. A música está bem gostosa, bem dançante, bem trap. Espero que gostem!

SP: Já há algum tempo você tem surpreendido com os seus lançamentos musicais e ‘Manhã’ chega com uma batida mais animada. Como você explicaria essa fase atual do João Guilherme cantor?
JG: Manhã vem mesmo com um ritmo e pegada mais animados. A batida também. É um pouco da linha que a gente vem tentando seguir desde “Ela”, mas, principalmente depois de “Manual” e com “Mapa Astral” também. Músicas mais dançantes, como as que eu escuto. Agora, estou querendo realmente fazer músicas que eu escuto, só que com o meu jeito, minha pegada e a minha levada. Tenho escutado muito trap e música pop também, então a gente acaba juntando os dois.

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SP: Há pouco menos de dois meses você lançou ‘Mapa Astral’ com a participação da Ana Gabriela. Em ‘Manhã’ a participação ficou por conta da Banda Fly. Você acha as collabs importantes para o trabalho?
JG: Eu acho as collabs e os feats muito importantes para o trabalho. Às vezes, você tem a ideia, o projeto, a música que é sua cara e tem seu jeito, mas tem muita gente fazendo um trabalho bom por aí. Eu admiro muitos trabalhos, e gostaria de ter a marca do trabalho de pessoas que eu gosto e acompanho, como a Ana Gabriela e os meninos do Fly. Aí você consegue misturar dois estilos, às vezes nem tão parecidos, mas você consegue juntar duas vibes, e isso é importante.

SP: Como foi a escolha da Banda Fly e como foi feito o convite para que eles participassem desse som com você? 
JG: Eu conheço os meninos do Fly há muito tempo e sempre fui muito fã deles. Lembro que no primeiro pocket show que eu fiz, logo em seguida, eu e meus amigos fomo para um show do Fly. Então, desde sempre, eu admiro o trabalho deles. Admiro porque meu tio PeLu está muito envolvido na história deles também, como a do Restart, enfim… é uma relação mais antiga. Eu curto demais o trabalho que os meninos estão fazendo hoje, então, não vi o porquê não chamar. 

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Andy Santana

CEO do Soda Pop, fotógrafo, inquieto, formado em moda e que ama música. Não exatamente nesta mesma ordem!

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