#Perfil: Marcos Casuo, dono do império “Universo Casuo”

Após oito anos atuando em uma das principais empresas de entretenimento do mundo, o “Cirque Du Soleil”, como protagonista do espetáculo “Alegria”, o brasileiro Marcos Casuo percebeu a necessidade de criar algo tão grandioso quanto a famosa companhia para o seu país.

Em meados de 2008, ele fundou a “Universo Casuo”, que leva entretenimento de alta performance para o mundo corporativo e cultural com infraestrutura e tecnologia desenvolvidas para atender as agências e empresas de grande e médio porte para toda América Latina.

No final de 2019, a empresa completa 11 anos, mas a história de seu fundador começou bem antes. Natural de Cerqueira César, no interior de São Paulo, Casuo foi descoberto por acaso em outro município do estado, São Carlos, pela trupe do “Grande Circo Popular do Brasil”.

Na época, eu trabalhava em um posto de gasolina e improvisava acrobacias sobre as bombas de gasolina. Certo dia, um fusca parou e estavam alguns integrantes da trupe, que me chamaram para trabalhar com eles” – completa. Casuo trabalhou por nove anos com o “Grande Circo Popular do Brasil” atuando em vários segmentos, como malabarista, acrobata, coreógrafo, ator, palhaço entre outros.

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No ano de 2001, ele ganhou status no Carnaval após coreografar a comissão de frente da Mocidade Independente de Padre Miguel a convite de Renato Lage no enredo que tratava do universo circense. E, durante o desfile, foi convidado para uma seleção de casting do famoso circo canadense Cirque du Soleil, que realizava testes no Brasil.

Casuo passou para a trupe canadense, se mudou e morou no Canadá onde foi treinado rigorosamente por um ano. Foi o único brasileiro da história do Cirque a compor a equipe russa de acrobacias.  Em seguida, começou a atuar no espetáculo “Alegria” e conquistou a oportunidade de atuar como o “Clown Casuo” e assinar um personagem com o seu próprio nome.

O artista passou oito anos como o único brasileiro a atuar como protagonista em “Alegria”, um dos maiores sucessos do grupo. Aclamado por público e crítica pela sua audácia e criatividade, arrancou aplausos de mais de 12 milhões de pessoas em mais de 22 países. O ápice de sua carreira veio em Londres, no Royal Albert Hall, quando se apresentou para a realeza e foi reconhecido como um dos 10 melhores clowns do mundo.

Após isso, ele decidiu sair do Cirque e voltar para o Brasil para criar sua própria companhia. Em 12 de novembro de 2008 foi fundada a Universo Casuo como uma produtora de conteúdo.

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Embora tenha usado como inspiração o que viu e aprendeu rodando o mundo com o Cirque, o empresário e empreendedor diz que por mais que não aparenta o seu circo é “genuinamente brasileiro”, com enredo próprio. 

Ainda nesse ano o empresário e palhaço, planeja um grande evento para setembro, em São Paulo, e pretende lançar seu livro até o início de 2020.

Mais informações no www.universocasuo.com.br/corporativo

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Andy Santana

CEO do Soda Pop, fotógrafo, inquieto, formado em moda e que ama música. Não exatamente nesta mesma ordem!

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