#Resenha: Sem Clima Para o Amor

Tipica história de filme de romance água com açúcar, Rachel Gibson dá vida à Clare Wingate em “Sem Clima Para o Amor”, uma jovem e atraente escritora de romance para mulheres, que já sabemos como deve terminar sua história, mas mesmo assim queremos descobrir como isso acontece.

Clare depois de ter sido traída pelo seu noivo, com o técnico da máquina de lavar roupa, dentro da sua própria casa, resolve curtir sua tristeza da melhor forma possível: afogando às mágoas na bebida e à procura de um sexo casual com alguém, ao acordar com o vestido jogado pelo quarto de hotel, a cama bagunçada e um chuveiro ligado, a romântica incurável não poderia imaginar que este “alguém” seria Sebastian Vaughan, um amigo da sua infância que há anos não o via. Maduro e sexy, este amigo promete povoar a mente e desejos de Clare.

As vidas que se cruzam depois de tanto tempo traz de volta questionamentos e descobertas, como conflitos entre pai e filho, que amarguram rusgas do passado e entre mãe e filha, já que a matriarca Wingate não aceita algumas escolhas da filha, estes percalços deixam a trama deliciosamente voraz. Divertido na medida certa, com doses sexuais apimentadas pela escritora Rachel, consegue prender o leitor  com os detalhes que se passam em diferentes partes do mundo, te deixando tão íntimo da personagem, que nos faz querer defendê-la e protegê-la de mais uma desilusão amorosa, e ao mesmo tempo querer este Sebastian só para nós, nem que seja apenas para uma única noite, e poder assim ostentar uma tanguinha rosa pink fio-dental.

Livro: Sem Clima Para o Amor
Autora: Rachel Gibson
Editora: Jardim dos Livros
Avaliação: 4/5
Páginas: 318

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Andy Santana

CEO do Soda Pop, fotógrafo, inquieto, formado em moda e que ama música. Não exatamente nesta mesma ordem!

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