Livro brasileiro compara imagens de IA a personagem vivida por Al Pacino
Chegou um livro que promete render conversa: O imaginário, a imagem, a voz, da pesquisadora e psicoterapeuta Malena Segura Contrera. A obra marca a estreia do Selo Hipátia, novo projeto editorial voltado a livros de Psicologia, Comunicação e Cultura.
O gancho que deve chamar atenção de quem acompanha o debate sobre inteligência artificial está logo nas primeiras páginas: Contrera usa como exemplo o filme Simone (2002), estrelado por Al Pacino, em que um diretor de cinema cria uma atriz inteiramente sintética e a apresenta ao público como se fosse real — sem que ninguém desconfie. Mais de duas décadas depois da estreia do filme, a autora usa essa história para discutir um fenômeno que hoje já não é ficção: imagens e até personalidades inteiras geradas por IA, sem nenhuma pessoa real por trás.
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“Quem imagina as imagens criadas com IA?” é a pergunta que resume a proposta do livro, dividido em três partes — Imagem, Imaginário e Voz —, que passeiam por psicologia analítica, mitologia e teoria da comunicação para investigar como as imagens moldam a forma como enxergamos o mundo e a nós mesmos. Apesar da base teórica densa, a autora garante que o livro conversa com qualquer leitor curioso, não só com o público acadêmico.
Livro: O imaginário, a imagem, a voz, de Malena Segura Contrera
Editora: CŽ Publisher/Instituto do Imaginário — Selo Hipátia
Páginas: 124
Preço: R$ 63
Onde encontrar: venda direta já iniciada
e-book disponível na Amazon

