Resenha: D’Angelo – O Viajante de Conca

A Itália pós II Guerra Mundial é propícia para recomeços, sejam eles profissionais ou amorosos. Estes dois elementos estão presentes na história de Valentine e Matteo em “D’Angelo – O Viajante de Conca“, o romance de época de Sérgio Giacomelli.

Com uma narrativa descritiva detalhista, o autor conta o romance entre a proprietária de um hotel na Costa Amalfitana e um viúvo dono de uma loja de roupas elegantes. A moda milanesa tão famosa, é um dos temas centrais da história de Matteo, que está abrindo mais uma filial do seu império, agora em Nápoles. No meio desta transição ele conhece uma senhora solteira e cheia de atitude, que tem em valentia no significado nominal e é capaz de provocar uma paixão avassaladora.

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É uma narrativa para se visualizar a cada parágrafo com tamanha riqueza de detalhes e também para suspirar com amores no estilo dos tempos áureos hollywoodianos. Sérgio consegue transpor o leitor para o local e o tempo descrito nas páginas.

Para quem gosta de ir direto ao ponto encontrará resistência nos capítulos, que se prolongam quase que o tempo que a obra da nova loja demanda para sua abertura. Mas para quem ama um romance com sutiliza sexual, encontrará nas entrelinhas um amor cheio de metáforas. Separe um bom look e garanta seu embarque à Itália, abordo das palavras de Sérgio Giacomelli.

Livro: D’Angelo – O viajante de Conca
Autor: Sérgio Giacomelli
Editora: Vereda
Nota: 4/5
Página: 294

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Andy Santana

CEO do Soda Pop, fotógrafo, inquieto, formado em moda e que ama música. Não exatamente nesta mesma ordem!

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