Livro “Enquanto Você Toca” traz dicas sobre o showbusiness brasileiro
Atualmente, o ao vivo chega a representar até 80% da receita total de um artista. Esta cadeia produtiva conta com centenas de stakeholders e gera milhares de empregos, o que indica que a indústria de shows está em seu melhor momento. De acordo com uma pesquisa realizada pela ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Evento), em 2022, mais de 3,5 milhões de empregos foram gerados pelo setor. Isto representa 7,4% do total de empregos gerados no Brasil, sem mencionar que o hub setorial e a área de eventos somam 4,5% do PIB do país.
No entanto, há poucas publicações periódicas e quase nenhuma bibliografia a respeito deste tema que gira fatia relevante da economia nacional. Foi neste cenário tão rico, mas carente de um olhar crítico e acadêmico que a On Stage Exp (antiga On Stage Lab) surgiu com protagonismo e gerando uma base necessária para o crescimento ordenado do setor por aqui. A instituição é uma das primeiras do mundo a se dedicar ao showbusiness como objeto de estudo, tendo oferecido aprendizado a mais de 3000 pessoas capacitadas, com materiais consistentes e experiência prática. Muitos alunos da escola hoje trabalham no mercado do entretenimento em grandes empresas, shows ou empreendem.
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Por isso, “Enquanto Você Toca – Guia Comentado e Biografia Coletiva do Showbusiness” chega como mais uma conquista para o setor e pretende destrinchar as áreas mais importantes do entretenimento ao vivo com relatos autobiográficos, estudos e entrevistas de personagens da história do showbusiness. Para engrandecer ainda mais o conteúdo da obra, diversos profissionais renomados do mercado foram convidados a contribuir com um pouco de sua experiência. Entre eles, podemos citar Greg Graffin (vocalista do Bad Religion), Fióti (CEO da Laboratório Fantasma), Ciça Pereira (CEO da Zeferina Produções) e Felipe Simas (Empresário de artistas como Anavitória e Manu Gavassi). A realização do projeto tem apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Economia Criativa e Programa de Ação Cultural (ProAC).

